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	<title>Blog Portista &#187; Grandes Jogadores</title>
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	<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 14:44:27 +0000</pubDate>
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		<title>Vítor Baía estreou-se há 20 anos</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 15:56:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Faz hoje 20 anos que Vítor Baía se estreou na equipa principal do F.C. Porto. Considerado por muitos como um dos melhores guarda-redes de sempre...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-360" title="Vítor Baía" src="http://blogportista.com/wp-content/uploads/2008/09/vitor.jpg" alt="" width="283" height="220" />Faz hoje 20 anos que Vítor Baía se estreou na equipa principal do F.C. Porto. Considerado por muitos como um dos melhores guarda-redes de sempre, Vítor Baía é para mim o número um no que diz respeito a guarda-redes portugueses. Depois de uma carreira recheada de títulos, houve um senhor que por casmurrice, nunca conseguiu admitir o valor do portista. Baía não tem comparação, é o maior e será sempre o maior. O senhor Scolari que de futebol percebe pouco, deve ser o único habitante do nosso planeta que não tem a coragem de admitir que Baía era o melhor guarda-redes português na altura do Euro 2004. Depois de uma campanha fantástica na Liga dos Campeões de 2004, em que o Porto conquistou o título, Baía arrecadou o prémio para o melhor guarda-redes da Europa, figurando também no onze ideal. Baía em condições normais estava sempre no lote dos melhores da Europa. Ainda me lembro de Baía na altura em que o treinador era Bobby Robson. Ele era um fenómeno, raramente sofria golos, fazia sempre defesas extraordinárias e depois figurava sempre no top 3 dos guarda-redes europeus. As dúvidas andavam sempre à volta de Vítor Baía, Van der Sar, Schemeichel ou Peruzzi. <span id="more-358"></span>Depois de sofrer tantas lesões nos joelhos, Baía conseguiu sempre dar a volta por cima. Várias são as imagens de tristeza que recordo de Baía quando este com problemas no joelho tinha que marcar pontapés de baliza. Via-se no seu rosto a imensa dor que estava a sentir, mas mesmo assim, lá estava ele a defender as cores do seu clube. É isso que falta aos novos jogadores portugueses, espírito de sacrifício, combatividade e acima de tudo amor à camisola. A foto desta notícia já é antiga, mas ilustra bem o que falta ao Porto de agora. A foto é do tempo em que jogavam, Domingos, Fernando Couto, João Pinto, Jorge Costa, Secretário, Rui Jorge, Jorge Couto, Rui Filipe, Rui Jorge, Folha e Vítor Baía, tudo nomes da casa, tudo jogadores formados no clube, jogadores com mística com ambição, com talento e com amor à camisola. Agora o que é que nós temos. Praticamente nada. Era bom que o nosso clube apostasse como deve ser na prata da casa para poder engrandecer ainda mais o nome do clube. Não basta criar o projecto 611, o Dragon Force, investir na nova Constituição se depois na realidade não há nenhum jovem jogador que seja aproveitado para a equipa principal. Esperemos que com o passar do tempo Vítor Baía vá ganhando maior preponderância na direção portista para que depois ele possa oferecer aos mais jovens aquilo que lhe foi oferecido a ele, isto é, a alegria de poder jogar pela equipa principal do F.C. Porto.</p>
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		<title>Józef Mlynarczyk</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 10:40:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>themaster</dc:creator>
		
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Józef Mlynarczyk nasceu a 20/09/1953 em Nowa Sól, na Polónia. Começou a sua carreira no BBTS Bielsko-Biala mudando-se para o Odra Opole na época de 77/78. Na época de 80/81 Mlynarczyk mudou-se para o Widzew Lodz um dos maiores clubes polacos. Nesse clube o guarda-redes conquistou os seus primeiros títulos enquanto profissional de futebol, ganhando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://blogportista.com/wp-content/uploads/2008/03/mlynarczyk.jpg" alt="mlynarczyk.jpg" height="370" width="322" /></p>
<p>Józef Mlynarczyk nasceu a 20/09/1953 em Nowa Sól, na Polónia. Começou a sua carreira no BBTS Bielsko-Biala mudando-se para o Odra Opole na época de 77/78. Na época de 80/81 Mlynarczyk mudou-se para o Widzew Lodz um dos maiores clubes polacos. Nesse clube o guarda-redes conquistou os seus primeiros títulos enquanto profissional de futebol, ganhando dois campeonatos e uma Taça da Polónia. Mlynarczyk era já nessa altura o guarda-redes titular da selecção polaca e no Mundial de 82 realizado em Espanha conseguiu levar a sua selecção ao terceiro lugar derrotando no jogo de atribuição do 3.º e 4.º lugares, a selecção de França. Depois de realizar grandes exibições no mundial e continuar com as mesmas no seu clube da Polónia, Mlynarczyk mudou-se para o Bastia de França na época de 84/85 onde apenas esteve duas temporadas. <span id="more-99"></span>Após a estadia em França, Mlynarczyk mudou-se finalmente para o Porto na temporada de 85/86 onde conquistou os seus maiores troféus e aonde fez história.<br />
Mlynarczyk veio para o Porto para fazer concorrência a Zé Beto, mas depressa lhe ganhou o lugar conquistando logo no seu primeiro ano o título de campeão nacional. No final dessa época jogou também o Mundial de 86 no México chegando a defrontar a selecção Portuguesa derrotando-a. Na época seguinte sob o comando de Artur Jorge, Mlynarczyk conquistou o mundo, sendo o guarda-redes da final de Viena que atribuiu a Taça dos Clubes Campeões Europeus e depois com Ivic à frente do leme, conquistou a Supertaça Europeia e a Taça Intercontinental. Para além desses títulos internacionais, conquistou também três campeonatos de Portugal, duas Supertaças e uma Taça de Portugal. Na temporada de 88/89, sofreu uma grave lesão que viria a acabar-lhe com a carreira na época seguinte pois nunca viria a recuperar totalmente. Após o término da carreira Mlynarczyk, decidiu continuar no clube agora nas funções de treinador de guarda-redes e como principal aluno teve Vítor Baía que estava a começar a dar os primeiros passos no futebol profissional. Como Mlynarczyk foi um dos melhores guarda-redes de sempre do conjunto azul e branco, Vítor Baía só podia aprender e muito com o polaco e assim o fez conseguindo suplantar o mestre. Depois de muitos anos ao serviço do clube portista, Mlynarczyk teve que voltar para a Polónia devido a problemas pessoais e depois de ter estado a cumprir o lugar de treinador de guarda-redes da selecção polaca, ocupa a mesma função agora no Widzew Lodz clube polaco que mais visibilidade lhe deu. Mlynarczyk ficará assim para sempre na memória de todos nós, pois ao conquistar o que conquistou ganhou o respeito por todos os portistas e não só.</p>
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		<title>Emil Kostadinov</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Mar 2008 22:41:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>themaster</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Emil Kostadinov nasceu a 12/08/1967 em Sófia na Bulgária. Fez toda a sua formação no CSKA de Sófia, o maior clube búlgaro. Na década de 80, Kostadinov no CSKA fazia parte de um tridente ofensivo poderosíssimo com Stoichkov e com Luboslav Penev que levaram o CSKA a conquistar muitos títulos na Bulgária. Conquistou três campeonatos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blogportista.com/wp-content/uploads/2008/03/kostadinov.jpg" alt="kostadinov.jpg" align="left" height="339" width="226" />Emil Kostadinov nasceu a 12/08/1967 em Sófia na Bulgária. Fez toda a sua formação no CSKA de Sófia, o maior clube búlgaro. Na década de 80, Kostadinov no CSKA fazia parte de um tridente ofensivo poderosíssimo com Stoichkov e com Luboslav Penev que levaram o CSKA a conquistar muitos títulos na Bulgária. Conquistou três campeonatos búlgaros, três taças da Bulgária e conseguiu levar o CSKA a uma meia-final das Taças das Taças que perdeu para o Barcelona em 1989. Em 1990 Kostadinov transferiu-se para o Porto e rapidamente tornou-se num dos jogadores mais adorados pelos adeptos portistas. Jogador de enorme qualidade, destacava-se pela enorme velocidade que imprimia nos contra-ataques tornando-os quase sempre mortíferos, pois tinha uma apetência para os golos fenomenal. Sempre muito mexido na frente, tinha uma técnica apurada e tinha uma espontaneidade de remate que quase sempre dava em golo, pois os seus remates eram sempre fortes e colocados. <span id="more-85"></span>Jogou no Porto até 94 e fazia a par de Domingos a dupla de ataque no F.C. Porto, conquistando um título de campeão nacional. Depois, passou pelo Deportivo da Corunha, pelo Bayern de Munique onde conquistou uma Taça UEFA, pelo Fenerbahçe, pelo Tigres do México, pelo CSKA de Sófia e pelo Mainz da Alemanha. Pela selecção búlgara pela qual jogou 70 jogos marcando 26 golos, reeditou o famoso tridente ofensivo que já tinha feito no CSKA, com Stoichkov e Penev. Ficou a ser conhecido internacionalmente quando na fase de qualificação para o Mundial de 94 nos Estados Unidos, marcou dois golos à França tendo o segundo sido marcado no último minuto de jogo eliminando os gauleses da grande competição mundial que depois em 98 viriam a ganhar com a mesma base de jogadores. No Mundial de 94, conseguiu levar a sua selecção às meias-finais quedando-se no quarto lugar, melhor resultado de sempre da Bulgária num Mundial. Chegou também a jogar o Euro de 96 em Inglaterra e o Mundial de 98 em França mas aí tanto ele como as principais figuras da selecção búlgara já estavam na fase descendente da carreira e os nomes de Stoichkov, Balakov, Penev, Iordanov já pouco valiam. Actualmente Kostadinov trabalha no departamento do futebol juvenil do CSKA de Sófia, acumulando também as funções de empresário. Emil Kostadinov é assim mais um dos melhores jogadores estrangeiros que já jogou no F.C. do Porto.</p>
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		<title>Rabah Madjer</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Feb 2008 15:08:20 +0000</pubDate>
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Rabah Madjer nasceu a 15/02/1958 em Hussein Dey na Argélia e brilhou no F.C. Porto na década de 80. Começou a sua carreira no Onalait d’Hussein-Dey na temporada de 72/73, mudando no ano seguinte para o NA Hussein Dey onde ficou até 1983. Nesse ano Madjer transferiu-se para o futebol europeu, nomeadamente para o RC [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://blogportista.com/wp-content/uploads/2008/02/madjer.jpg" alt="madjer.jpg" height="366" width="300" /></p>
<p>Rabah Madjer nasceu a 15/02/1958 em Hussein Dey na Argélia e brilhou no F.C. Porto na década de 80. Começou a sua carreira no Onalait d’Hussein-Dey na temporada de 72/73, mudando no ano seguinte para o NA Hussein Dey onde ficou até 1983. Nesse ano Madjer transferiu-se para o futebol europeu, nomeadamente para o RC Paris de França permanecendo lá, até 1985 mudando-se depois para o Tours FC também de França ficando lá poucos meses. Na temporada de 85/86, Madjer mudou-se para o F.C. Porto aonde ganhou os seus maiores títulos tanto colectivos como individuais. No jogo de estreia Madjer marcou dois golos e deu o triunfo ao Porto sobre o Boavista por 2-1.<br />
Em 1987, Madjer criou uma das maiores obras de arte do futebol mundial ao marcar um golo de calcanhar ao Bayern de Munique na final das Taças dos Clubes Campeões Europeus, garantindo o triunfo da equipa portista por 2-1. <span id="more-49"></span>Esse momento irá ficar para sempre na lembrança de todos nós pois para além de ter sido um golo fenomenal deu a primeira vitória ao F.C. Porto na maior competição europeia de clubes. No mesmo ano o F.C. Porto foi disputar a final da Taça Intercontinental frente ao Penarol do Uruguai, num campo coberto de neve e também aí Madjer foi fenomenal pois marcou o golo da vitória por 2-1 já em prolongamento num chapéu fantástico. Madjer conquistou o título de melhor jogador da partida, ganhando um automóvel que depois foi vendido tendo o dinheiro ganho pela venda, sido partilhado por toda a equipa.<br />
Depois Madjer teve uma breve passagem pelo Valência mas depressa regressou outra vez à equipa portista onde viria a terminar a sua carreira de jogador.<br />
Madjer foi considerado o melhor jogador argelino de toda a história, jogando na selecção Argelina durante 14 anos pertencendo-lhe ainda o recorde de golos marcados na selecção, 40 golos em 87 jogos. Jogou em dois mundiais, em 1982 e em 1986 no Mundial do México onde Portugal também jogou. Com um palmarés riquíssimo, Madjer conquistou uma Bola de Ouro de África em 1987, tendo sido 2.º em 1985 e 3.º em 1990. Ganhou uma Taça das Nações Africanas em 1990, ganhou uma Taça da Argélia em 1979, foi eleito o melhor jogador argelino em 1987, pelo F.C. Porto conquistou, uma Taça dos Clubes Campeões Europeus e uma Taça Intercontinental em 1987, uma Supertaça Europeia em 1988, foi campeão português em 1986 e 1990, ganhou uma Taça de Portugal de 1991, conquistou duas Supertaças de Portugal em 1986 e 1991 e foi eleito o quinto melhor jogador africano do século XX.<br />
Depois de abandonar a alta competição como jogador, Madjer, começou a sua carreira como treinador. Madjer treinou as camadas jovens do Porto, a selecção da Argélia, clubes do Qatar tais como Al Saad, Al Wakrah, e o Al Rayyan, chegou também a orientar uma selecção com os melhores jogadores africanos que defrontou uma selecção do resto do mundo. Recentemente começou uma carreira de comentador no Qatar para o canal Al-Jazeera Sports.<br />
Era bom que Madjer pudesse voltar ao clube portista, para partilhar com os novos jogadores azuis e brancos toda a mística e todo o saber que adquiriu ao longo dos anos vestido de azul e branco.</p>
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		<title>Teofilo Cubillas</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 23:24:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>themaster</dc:creator>
		
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Teófilo Juan Cubillas Arizaga nasceu a 08/03/1949 em Puente Piedra, Lima no Peru. Foi considerado o melhor jogador peruano da década de setenta e é segundo a opinião de muitos, o melhor jogador de todos os tempos daquele país sul-americano.
Cubillas começou nas camadas jovens do Alianza de Lima um dos maiores clubes peruano com 16 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://blogportista.com/wp-content/uploads/2008/02/cubillas.jpg" alt="cubillas.jpg" align="bottom" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Teófilo Juan Cubillas Arizaga nasceu a 08/03/1949 em Puente Piedra, Lima no Peru. Foi considerado o melhor jogador peruano da década de setenta e é segundo a opinião de muitos, o melhor jogador de todos os tempos daquele país sul-americano.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Cubillas começou nas camadas jovens do Alianza de Lima um dos maiores clubes peruano com 16 anos e aos 20 já dava cartas na selecção principal. Jogou as eliminatórias de qualificação para o mundial de 70 no México e no mundial ajudou a selecção do Peru a chegar aos quartos de final. Nesse mundial Cubillas foi um dos melhores marcadores com 5 golos apenas menos dois do que o principal artilheiro que foi Jairzinho do Brasil.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Em 1972 foi considerado o melhor jogador sul-americano e no ano seguinte transferiu-se para o Basileia da Suiça assinando pelo Porto passados 6 meses.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Cubillas era um avançado que gostava de partir para cima dos defesas, tinha um bom controlo de bola, tinha velocidade e tinha um bom remate mas com a mudança para o Porto transformou-se num médio criativo, organizador de jogo que transportava a equipa azul e branca para a frente.<span id="more-15"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Em 1974 Cubillas não conseguiu qualificar o Peru para o mundial mas no ano seguinte conseguiu conquistar a Copa América derrotando o Brasil nas meias-finais por 3-1 marcando dois golos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Na época de 77-78 Cubillas regressou ao Peru para jogar novamente pelo Alianza Lima. No mundial de 78, Cubillas marcou novamente cinco golos conseguindo qualificar o Peru para a segunda fase, tornando-se no sexto jogador com mais golos marcados em mundiais, 10.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Na selecção jogou 117 partidas, marcando 45 golos, números que ainda continuam a figurar nos registos como os melhores não havendo ainda nenhum peruano que se aproxime desta performance.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Cubillas jogou também nos Estados Unidos da América, em clubes como o Fort Lauderlade Strikers e no Miami Sharks mas sem a magia dos seus tempos áureos, pois foi sem qualquer tipo de dúvida no Porto que Cubillas viveu os seus melhores momentos como futebolista.</p>
<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
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		<title>Fernando Gomes</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Feb 2008 16:25:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>themaster</dc:creator>
		
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Fernando Mendes Soares Gomes nasceu a 22/11/1956 e foi um dos maiores avançados de sempre do conjunto azul e branco, tendo ainda jogado em Espanha no Sporting de Gijón, e jogado também no Sporting. No Futebol Clube do Porto foi campeão nacional por cinco vezes, ganhou uma Taça dos Campeões Europeus, uma Supertaça Europeia, uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p STYLE="text-align: center"><img SRC="http://blogportista.com/wp-content/uploads/2008/02/fernandogomesbibotadeourofcporto01.JPG" ALT="Fernando Gomes Bi-Bota" /></p>
<p>Fernando Mendes Soares Gomes nasceu a 22/11/1956 e foi um dos maiores avançados de sempre do conjunto azul e branco, tendo ainda jogado em Espanha no Sporting de Gijón, e jogado também no Sporting. No Futebol Clube do Porto foi campeão nacional por cinco vezes, ganhou uma Taça dos Campeões Europeus, uma Supertaça Europeia, uma Taça Intercontinental e três Taças de Portugal.<br />
Estreou-se no Futebol Clube do Porto aos 17 anos num jogo frente à Cuf, em que o estádio estava a abarrotar marcando dois golos, dando a vitória ao Porto por 2-1. Foi a partir daí que os portistas começaram a conhecer o mítico Fernando Gomes.<span id="more-9"></span><br />
Jogador elegante, de fino toque, com velocidade, bom no jogo aéreo conseguindo executar movimentos rápidos em curtíssimos espaços de terreno antecipando-se quase sempre aos defesas adversários. Fernando Gomes possuía ainda uma técnica apurada e isso fazia dele um perigo acrescido pois apostava muito nos lances construídos de trás para a frente, trocando a bola com os companheiros, para depois, surgir solto no local exacto para finalizar. Líder por natureza dentro e fora do campo, tornou-se numa figura carismática e um dos grandes responsáveis pelo renascimento de um FC Porto que há duas décadas andava arredado do título de campeão nacional. Marcou 318 golos no campeonato português, 288 dos quais pelo F.C.Porto, sendo o maior goleador de sempre e uma das mais populares figuras deste clube. Ganhou seis vezes o troféu de melhor marcador nacional e foi por duas vezes o melhor marcador europeu, pelo que é conhecido como o Bi-Bota de Ouro. É sua a famosa frase: «Marcar um golo é como ter um orgasmo.»<br />
A má experiência no Sporting de Gijón, marcada por uma lesão grave, e a fractura sofrida nas vésperas de jogar a final da Taça dos Campeões Europeus em 1987 que o FC Porto venceu, seriam dos momentos mais tristes de uma carreira sempre vivida no centro da alegria do golo. A sua saída do clube, empurrado pelo treinador Tomislav Ivic, que chegou a dá-lo como acabado para o futebol, também teve profundo sabor a injustiça. Mas Fernando Gomes era um guerreiro tendo ainda feito duas épocas no Sporting, marcando mais de 30 golos.<br />
A sua carreira na Selecção Nacional foi longa, estreando-se em 1975, numa fase de grande renovação da equipa das quinas, mas estranhamente muito menos proveitosa do que nos clubes por onde passou. Apenas 13 golos em 48 jogos dão uma pálida imagem da sua importância na realidade do conjunto das quinas. Na verdade, Fernando Gomes esteve presente em grandes momentos da Selecção Nacional e foi fantástico em jogos decisivos como, por exemplo, no célebre Portugal-URSS de Novembro de 1983, que garantiu aos portugueses o acesso à fase final do Euro 84. Em França, devido à excelente forma de Jordão, teve poucas oportunidades para se mostrar e actuou apenas em 3 partidas. No México, dois anos depois, marcou presença na fase final de um Mundial, jogando nos três encontros disputados por Portugal. Em ambas as ocasiões, os golos, os seus melhores amigos, viraram-lhe as costas.<br />
Depois de abandonar o futebol, Fernando Gomes abdicou por completo do desporto rei, tendo o seu nome já sido ventilado para orientar a selecção nacional no tempo em que para lá foi Humberto Coelho.<br />
Era bom, que este homem que tantas alegrias deu a todos os portistas pudesse voltar para esta casa pois o seu contributo por muito simples que fosse de certeza que iria melhorar em muito o clube do nosso coração.</p>
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